AS ANDORINHAS.
Dos Ares De Celeste Claridade,
Elas Descem Como Setas Rasantes,
Ágeis, Graciosas E Tão Elegantes...
Em Voos De Encanto E Suavidade,
Orquestram Seu Cantar De Liberdade...
Na Leveza Do Voejar Constante,
Ficam No Chão Apenas Por Um Instante...
E Logo Vão Aos Céus De Imensidade...
Ah...! Quanta Inveja Tenho Dessas Andorinhas,
Que Volteiam Sobre Mim Às Manhãzinhas,
Em Silhuetas De Um Ver Deslumbrante...
Um Dia, Do Bando Se Desgarrando,
Uma Delas, Ao Meu Ombro Pousando,
Diz: "Vamos Voar, Teu Sonho Anelante"...
Maceió, janeiro de 2026.
JRSF
DESLUMBRANTES
BAILARINAS!
Deslumbrante! -
disse-lhes, num primeiro instante, ao sorver de mais uma poesia esfuziante e,
sobretudo, brilhante sobre vívidos seres vibrantes, viçosos: avoantes!
- Nem sempre notados, por
transeuntes, pedestres ou passantes, no mais da vez, alheios, ausentes ou
ocupados - ou apressados!
Mas, felizmente, notados,
percebidos, sentidos ou captados, pelo mestre iluminado-, e aqui dissecados com
esmerada maestria, em mais uma encantadora poesia!
Discernes, com elegante
acuidade, toda beleza das “setas rasantes” dessas graciosas emplumadas
dançantes - num bailado esvoaçante, aqui narrado numa ode elegante!
São, as andorinhas,
emplumadas garbosas, airosas ou autênticas bailarinas: esbeltas;
delgadas ou esquias e elegantes! Aqui pintadas e realçadas ou esmiuçadas e
detalhadas nas estrofes pelo mestre buriladas!
- Reitero: pena que não as queres
editadas, publicadas e divulgadas!
Decerto, outros sujeitos,
pessoas e indivíduos distraídos ou dormentes, pudessem despertar, sentir ou ver
e, oxalá, apreender o encanto excelente e convincente dessas *bailarinas*, que
nos ensina sobre a liberdade ingente: um galardão de toda gente!
Forte amplexo!
És um mestre dos poemas,
odes, sonetos e versos ou poesia, para deleite e nossa alegria!
Tenhas um bom-dia!
JG*
O Amigo Joilson sempre se
excedendo em sua bondade e na amplitude de sua generosa atenção para
comigo...Um abraço grande, com uma noite abençoada pelo Senhor Deus....!
Mestre, não é bondade nem
generosidade, é o simples reconhecimento da realidade, que registras com
naturalidade, uma raridade na atualidade, em especial dessa mocidade perdida na
modernidade ou sem a mínima responsabilidade e insensíveis aos breves momentos
de felicidades, que essas *bailarinas* nos ensinam!
Abr
JG*
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