segunda-feira, 22 de junho de 2026

Ó MÃE...


Olhos Em Lágrimas, Aquele Pobre
Filho, Olha Para a Mãe e Diz: O Que Faço...!?
Não Tenho Presente, Só o Meu Abraço...!
É O Que Tanto Quero...Não Se Cobre...!

Ó Mãe! És O Que Existe De Mais Nobre...
Teu Amor É O Nosso Mais Forte Laço...!
Ah...! Volto A Ser Criança Em Teu Regaço...!
E Que Esse Teu Aconchego Me Recobre...

Que Veja Eu Passar o Tempo E Sonhar...
Em Que Esperanças Se Tornem Emersas,
E As Tempestades Lá Se Vão Dispersas...

Mais Uma Vez Teu Canto De Ninar,
Nas Alegrias Ou Nas Minhas Dores ,
Colo E Seio De Infinitos Amores...

João Ramalho

GRATIFICAÇÃO OU PREMIAÇÃO
No dia dedicado ao amor eterno,
Outro não há que não o materno!
Fui premiado ou gratificado senão laureado com dois poemas às mães dedicados!

Os quais, me foram enviados por um poeta afamado, que sempre teve seu nome ocultado, pois, nos trazia patronímico abreviado!

Desta feita, nos surpreendeu, com ambos firmados e não mais ocultados:
Pasmemo-nos: ambos estão assinados ou identificados;
no lugar da abreviatura há, pois, quase sua assinatura!

No lugar das quatros letras JRSF: signo dado em cada ode, sonetos, cartapácio e calhamaço; agora quebrou o *galho* e,
enfim, grafou João *Ramalho*!

O “S” e o “F” deixou-os *fora do baralho* , ou do cenário!
Mestre João; agora espero a coroação (de seus *feitos* ):
edição e publicação ou divulgação de toda sua obra ou poemas, de João!
Aceites um abração!
JG*

Tive que resumir, num apertada síntese, às brilhantes obras e dupla homenagem à maternidade celeste e à terrestre; ou às mães espiritual e material: ambas abençoadas e femininas ou divinas dádivas do Criador, que nos ensina: nem toda ela é mãe; mas toda mãe é mulher e feminina, e ser mãe é sua sina divina!
Abr
JG*


NOSSA SENHORA

Ó Nossa Mãe Senhora Aparecida,
Excelsa E Mais Pulcra Virgem Santíssima,
Sobre Nós Vossa Graça Mais Dulcíssima.
Olhai Vossos Filhos Compadecida...

Cuidai Desta Terra Tão Sofrida...
Abençoai- A Ó Rainha Sereníssima...
Em Seus Céus Sede A Luz Plenissima,
Que De Vosso Amor Sempre Enriquecida...

Mas Intercedei Ao Filho Divino,
Na Claridade Do Nosso Destino,
Nos Caminhos Da Paz E Da Harmonia...

Aumentai A Fé Que Acolhe E Nos Irmana,
Guiai - Nos Numa Vida Mais Humana,
Sendo Cristo Nossa Grande Porfia...

João Ramalho

Tive que resumir, numa apertada síntese, às brilhantes obras e dupla homenagem à maternidade celeste e à terrestre; ou às mães espiritual e material: ambas abençoadas e femininas ou divinas dádivas do Criador, que nos ensina: nem toda ela é mãe; mas toda mãe é mulher e feminina, e ser mãe é sua sina divina!

Abr
JG*

Palavras do mestre:

Meu Caro Joilson: É claro que li várias vezes a tua generosa crítica

aos meus dois sonetos postadas no domingo último, Dia das Mães. Apenas um adendo. Eles não são inéditos. Foram reprisados, eis que os escrevi anos atrás.

Certa vez disse que o amigo, quando escreve, parece estar brincando com as letras. E o fazes, sempre com o melhor esmero da tua "escrivaninha mental", de onde brota a profusão de conhecimentos, tanto na área de humanidades, quanto no campo jurídico. E quando se oportuniza, enveredas com maestria na arte da poesia. E qual apurado crítico literário, em admirável síntese, extrai a sua essência, e, com rara acuidade perceptiva, torna -se verdadeiro artesão, um refinado ourives, no lapidar das palavras, dando-lhes um novo ritmo, sonoridade e expressividade estética.

Então, agora, se vê que o agraciado ou premiado fui eu, com a singular repaginação que destes aos meus poemas.

Daí, apenas dizer da minha gratidão ao querido amigo, pela fidalguia das tuas atenções.

Um grande abraço.

jrsf

RÉPLICAS AO MESTRE

Mestre, mestre, mestre… quisera eu *brincar* com o nosso vernáculo ou vocabulário de nosso léxico e riquíssimo idioma, que tão maviosamente destrinchas, brincas, dissecas e delineias ou semeias, premiando-me, seu pupilo Gouveia!

Permitas-me: se antigas ou obras de outrora - sua firma e seu signo nelas, estão grafadas sem abreviaturas - o que houve e o que o fez mudar, e abreviar às atuais?

Mais: há quantas delas, ainda desconhecidas de todos nós e de nós todos?
Centenas? Milhares?

Qual a causa ou quais motivos e/ou razões de as ocultares e ainda não as editares ou as publicares?

Deves ter um grandioso, gracioso, formoso ou incomensurável cartapácio ou calhamaço dos alfarrábios (no valioso e filosófico sentido do termo) - escritos de outrora ou quão antigos quanto e tanto os são, do mestre amigo!

Vamos desengavetar e editar a todos, os de outrora, os atuais e os de agora em diante; ouça o rogo desse seu pupilo desde infante e tanto quanto antes!

Abr

JG*

O inolvidável mestre Pontes (Francisco Cavalcante P. de Miranda), na década de 1920; já nos alertara sobre a juriscracia, Juristocracia ou politização judicial e judicialização da política.
Aliás, nesse sentido, já dissera o francês Guinot: “quando a política adentra aos tribunais a justiça se ausenta por uma de suas portas - ou janelas”.

P.S.: “ASC sempre fora um “ardoroso admirador de Pontes”!
Abr
JG*

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